09 Jan

Amigo, Patrimônio invisível 01.Ago.2006

Amigo, Patrimônio Invisível 1.Ago.2006

José Carlos Manhabusco*

Primeiramente gostaria de agradecer ao amigos e amigas pelo incentivo em razão do artigo publicado na semana passada. Não esquecerei o apoio e a lembrança das palavras doces e sinceras. Obrigado de coração.

Faço um apelo aos que gostam da leitura: mandem e-mail sugerindo assuntos para serem comentados, bem como expressem suas opiniões acerca das matérias redigidas e publicadas nesta página.

Procuro bater na tecla do convívio em sociedade e a busca pela paz, independentemente de raça, idade, sexo, posição, social etc. Entendo que a felicidade é um conjunto de requisitos que passa, inclusive, pelo teste da fraternidade.

Parece um discurso demagogo, mas não é. Segundo os entendidos, a prática de um ato por diversas vezes seguidas acaba por torná-lo natural e espontâneo. Quero dizer que se procedermos de maneira correta por diversas vezes, evidentemente que passaremos a achar tal atitude corriqueira. O contrário também é verdadeiro.

Na busca de melhores dias, passamos parte do tempo analisando o que fazer para sermos mais felizes. É claro que tal tarefa não é nada fácil. Como seres humanos, possuímos defeitos advindos da formação de cada um. O ambiente, o local, as pessoas com que vivemos, tudo contribui para melhorar ou piorar a situação.

Vejo que por ocasião dos pleitos, as pessoas que concorrem ficam mais amenas; mais dóceis; mais receptícias. Não que isso não aconteça no dia a dia, entretanto, há nítida melhora naqueles momentos. É um fenômeno que deveria ser estudado.

Não é pelo fato de estar concorrendo que a pessoa se torna melhor ou pior. A opção é de cada um. Todos convivemos com a política. A política faz parte de nossa vida. Fazemos política o tempo todo. Somente não nos damos conta.

Peço desculpa pelo assunto, todavia, entendo que é isso que falta em nossas vidas. Querer viver em paz é um direito de todos. Olhar primeiro para nossa vida é mais importante do que criticar a vida do próximo.

O direito a felicidade é intransferível e personalíssimo. Nada obsta que outros tentem ser feliz. DEUS oferece a cada um o que ele merece. Cada um possui um fardo para carregar, sendo que, podemos fazê-lo com menos ou mais esforço, dependendo da maneira com que atuamos. Querer o bem é uma das mais belas virtudes do ser humano.

Um pensamento: "Estar de prontidão é bom, ter paciência é melhor, porém saber esperar pelo momento certo é tudo" VIVA A DEMOCRACIA. Agradeço a Sra. Hedy Magalhães (Ponta Porã) pelo incentivo. Texto revisado por Amanda Camargo Manhabusco (acadêmica de Direito).

*Conselheiro Estadual da OAB/MS – E-mail: manhabusco@hotmail.com

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